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9 de julho de 2013

Faz hoje 4 anos!...

Minha querida mãe.
Eu estou a escrever estas linhas uns dias antes desta data. É que eu ando a fazer tratamento outra vez e hoje (dia 9/7) não estou capaz de fazer nada. Nem posso ver o computador...
Venho só dizer-lhe umas palavritas.
Penso todos os dias em si, mas não tenho coragem de ir visitar a sua campa no cemitério... Mas, sei que a Zeza vai lá com muita frequência e fico mais descansado.
Já não posso visitar alguns dos locais em que você e a Madrinha viveram. A casa de Guilhufe pertence a pessoas que nem conheço e eu também raramente vou a Guilhufe...A casa da rua Fernando de Melo foi entregue à senhoria e já deve estar toda alterada por dentro... A casa da Paula não merece ser visitada sem você estar lá junto das suas amigas...
Resta a casa da nossa Zeza em Eiras... Vou lá todas as semanas e estou lá umas horas com a Zeza a lembrar o tempo feliz em que você e a Madrinha lá estavam connosco.
A Zeza é bem testemunha de que vocês tinham muitas dores pelo corpo todo e que sofriam muito... Mas, ao menos, estavam ainda connosco...
Hoje, que já não as temos junto de nós, a nossa única consolação é a de que o vosso sofrimento terminou para sempre, para todo o sempre... Especialmente o da Mãe que estava a tornar-se cada vez mais insuportável...
Enquanto puder, continuarei a ir a casa da Zeza...Para mim, é como uma peregrinação a um lugar santo... Só não levo flores nem velas para acender lá...A Zeza tratou-vos muito bem e eu tenho que lhe agradecer até ao fim dos meus dias... Falo com ela (faz-me bem tê-la junto de mim, ouvir a voz dela e tomarmos um chazinho); e agradeço-lhe o melhor que sei e posso tudo o que ela fez por si e pela Madrinha.
E, no caminho, ao passar na zona da «casa do sal», elevo sempre o meu pensamento para si, lá em cima...
Em Guilhufe, a campa do nosso pai, padrinho e Armando estava muito estragada. Mas, já foi arranjada e já está tudo pago. A nossa prima Zeza tratou disso tudo. Nós que moramos aqui tão longe estamos muito agradecidos a ela por isso.
Querida mãe, se houver algum céu, espero que você esteja lá sem dores para sempre, e a olhar por nós que ainda aqui andamos a penar até chegar a nossa vez de deixarmos de sofrer...
Muitos abraços e beijinhos de nós todos.
Quim e restantes filhos.

30 de dezembro de 2012

As nossas velhinhas (4)

Os anos da Mila
No ano de 2008, a Mãe e a Madrinha (e também a minha filha Joana) cantam os parabéns à nossa querida Mila que reside no Canadá. - em Casa da Zeza, Eiras, Coimbra.

A Mãe a falar com a Mila
A Mãe está muito divertida a falar com a filha Mila residente no Canadá. A luz é muito fraca; mas, a meio do filme, melhora um pouco. - em Casa da Zeza, Eiras, Coimbra.

As férias com a Mila
Como já era costume, no ano de 2008, a Mila veio passar um mês de férias a Portugal. Essas férias eram todas ocupadas por ela a tomar conta das nossas velhinhas em Coimbra e na praia da Figueira da Foz. Era desta forma que ela ajudava a irmã Zeza a descansar um pouco do trabalho de cuidar das duas velhinhas durante o ano inteiro... - em Buarcos, Figueira da Foz.

29 de dezembro de 2012

As nossas velhinhas (3)

Apanhando o sol de Inverno
A nossa Madrinha adorava sair de casa e ir apanhar sol, mesmo nos dias de Inverno. Todos os dias ela pedia à Zeza para a levar "até lá fora". A nossa Zeza ou sentava a Madrinha numa cadeira ao sol ou ia dar uma volta com ela. Isto só não acontecia nos dias de chuva ou de muito frio... - em Casa da Zeza, Eiras, Coimbra.

O relógio do tio António
Este relógio pertencia ao nosso tio António, de Bitarães, Paredes. Quando este morreu, o relógio ficou para a Madrinha. Na casa dela, na rua Fernando de Melo, o relógio estava no corredor, frente à porta da cozinha. Quando as nossas velhinhas foram viver para a casa da Zeza, o relógio também as acompanhou. A nossa Madrinha gostava muito de ver e ouvir o relógio que lhe recordava o irmão (e a restante família e a terra natal). - em Casa da Zeza, Eiras, Coimbra.

A Madrinha foi à casa de banho
Em Novembro de 2007, a nossa querida Madrinha ainda conseguia andar um pouco e ir a pé à casa de banho. Depois de regressar à sala, ela conversou um pouco connosco. - em Casa da Zeza, Eiras, Coimbra.

28 de dezembro de 2012

As nossas velhinhas (2)

A Mãe a dançar com a Etelvina
A senhora Etelvina era uma das grandes amigas da nossa querida Mãe, na casa da Paula onde ambas trabalhavam. - em Casa Costa, Largo de Santana, Coimbra.

O passeio da Madrinha
A nossa querida Madrinha gostava muito de passear todos os dias na sua cadeirinha de rodas. - em Casa da Zeza, Eiras, Coimbra.

Continua o passeio
Outro pequeno passeio da nossa querida Madrinha. Ela adorava vir à rua passear, apanhar sol e respirar o ar puro. - em Casa da Zeza, Eiras, Coimbra.

27 de dezembro de 2012

As nossas velhinhas (1)

A Mãe à janela
Como se pode ver, a nossa Mãe era uma pessoa muito feliz na casa da sua filha Zeza. - em Casa da Zeza, Eiras, Coimbra.

Em casa da Paula
A Paula e a sogra dela mostram bem que adoravam a minha Mãe; e que esta lhes correspondia da mesma forma - em Casa Costa, Largo de Santana, Coimbra.

Rezando o terço
As nossas queridas velhinhas gostavam muito de rezar o terço todos os dias, acompanhando a sua transmissão pela rádio. - em Casa da Zeza, Eiras, Coimbra.

9 de julho de 2012

Mãe, faz hoje 3 anos!...

Minha querida mãe,
Faz hoje 3 anos que você partiu de junto de nós para sempre.
As nossas saudades são imensas e indescritíveis.
Eu não sei como consegui viver todo este tempo sem si... E como vou continuar a viver...
Não consigo olhar para as fotografias que lhe tirei.
Os vídeos que fiz de si e da madrinha (que também nos deixou há quase 4 meses) só me causam mais sofrimento... Por isso, também não consigo vê-los.
Todos os dias abro a janela do meu quarto, vejo como está o tempo, e penso logo em si.
Quando vou a casa da Zeza, ao passar na zona da casa do sal, vejo lá em cima o cemitério e penso em si.
Lá em casa da Zeza, parece-me que estou sempre a vê-las: a si e à madrinha.
Aquela casa parece-me agora tão vazia...
O quarto que era vosso é agora o quarto do Ricardito.
Embora sofra com a vossa ausência, eu gosto muito de ir àquela casa e de estar no lugar em que vocês viveram tanto tempo.
Também gosto de estar junto da nossa Zeza e de lhe agradecer sempre por vos ter tratado e acarinhado tantos anos.
Minha querida mãe,
Faz hoje 3 anos!... Tanto tempo sem si... E agora sem a madrinha, que está lá tão longe (na nossa terra natal, junto do nosso pai, do Armandito e dos avós)...
Quanto tempo mais durará este sofrimento?
Minha querida mãe.
E querida madrinha também.
O nosso pensamento está sempre com vocês.
Quim

9 de julho de 2011

Dois anos de tristeza!...

Minha querida mãe:
Completam-se hoje dois anos sobre a data em que a morte a levou de junto de nós!
As nossas saudades têm sido tantas e tão grandes que é impossível descrevê-las aqui...
Nós vamos arrastando-nos neste mundo até ao dia em que estejamos de novo todos juntos.
Nos nossos computadores existem várias fotografias e vídeos seus; mas, até agora, eu ainda não tive coragem para os ver.
Você era tudo para nós. Deu-nos o milagre da vida; e, até à sua morte, deu-nos todo o amor que era possível uma mãe dar aos seus filhos.
Nós tivemos muita sorte em a ter tido como nossa mãe.
Agora estamos órfãos e ainda não aprendemos bem a sobreviver sem si...
O que nos mantém vivos é apenas o amor que sentimos pelos nossos queridos filhos e netos e o que eles nos retribuem.
Gostava tanto que você tivesse conhecido o nosso querido Simãozinho! Acho que teria sido uma grande alegria para si no meio dos seus padecimentos. E acho que o bisnetinho também teria tido muito orgulho na sua bisavó...
Se a vida me permitir, hei-de contar ao meu netinho como a sua bisavó era boa para todos, como amava os seus filhos e netos até ao infinito, como deixou saudades em todos os que a conheceram.
Se não tiver tempo para isso, espero que outros o façam por mim...
Muito obrigado por tudo o que nos deu durante toda a sua vida.
Nós continuaremos a amá-la e a venerá-la sempre.
Até qualquer dia.

9 de julho de 2010

Um ano de saudade!!!

Faz hoje um ano que a nossa «mitche» partiu de junto de nós.
Quando ela cá estava, todos nós éramos muito felizes!...
Podíamos abraçar e beijar todos os dias aquela que nos trouxe a este mundo...
Agora, o mundo está muito diferente...
Olho para esta cidade e já não a conheço...
Para ver ainda algum sentido na vida, tenho que olhar muito (e tocar, e beijar) os meus filhos e o meu netinho...
Mas, tudo isto teria mais sentido se a nossa «mitche» ainda estivesse connosco...
Só um pensamento me dá algum conforto: - você não sofrerá mais, minha mãe! Nunca mais! E você sofreu tanto (no corpo e na alma) durante toda a sua vida!... Bem merecia que o seu sofrimento terminasse de uma vez por todas...
O nosso sofrimento continuará até que chegue a nossa hora...
Nesse sofrimento inclui-se a dor de a termos perdido há um ano!...
Oxalá que nós tenhamos dignidade no sofrimento como você teve sempre, minha querida mãe.
Enquanto formos vivos você estará sempre no nosso corpo e no nosso pensamento.
Nós somos a vida que você gerou e aqui deixou...
E essa vida continua nos seus netos e bisnetos...
Até sempre, querida «mitche».

19 de março de 2010

Dia do Pai e da Mãe

Meus queridos Pais:

Só hoje descobri que vocês nasceram ambos num dia 19.
(A mãe nasceu no dia 19/03/1925 e o pai nasceu no dia 19/05/1928.
Por isso, a nossa mãe completaria hoje 85 anos se fosse ainda viva.
E o nosso pai completaria em Maio próximo a idade de 82 anos, se a morte não tivesse vindo ceifá-lo ainda muito novo (37 anos).
Ambos sofreram muito e trabalharam muito até ao dia em que chegou a hora deles.)
Hoje, os filhos que vocês deixaram neste mundo esperam que os vossos trabalhos e sofrimentos tenham acabado para sempre.
E que - agora de novo juntos - o vosso amor e a vossa felicidade nunca mais tenham fim.
Mas - eu sei bem - nós só vamos ser verdadeiramente felizes quando estivermos todos reunidos outra vez!
Vocês foram muito pobrezinhos toda a vida.
Mas, foram riquíssimos na quantidade de amor que deram aos vossos filhos.
(Querido pai, eu acredito que - apesar de não teres conhecido a Zeza - tu amaste-a tanto como a todos os outros filhos!...)
Por isso, todos nós continuamos a amar-vos muito, muito...
Sem vós, a nossa vida não vale nada...
Mas, esperamos voltar a ser muito felizes... junto de vós!
Nesta ocasião, não podemos esquecer o nosso pequenino irmão Agostinho que já deve estar de novo no regaço da mãe, sob o olhar feliz do pai.
Um dia havemos de ser nove outra vez!...
Até esse dia, vamos arrastando por aqui a nossa triste existência!...
Muitos abraços e beijos de nós todos para vocês os três.
Adeus! Até qualquer dia!

Quim (e irmãos)

18 de julho de 2009

As despedidas da filha Zeza e dos netos Ricardo e Pedro

A filha Zeza:

Nenhum ser humano está preparado para perder aqueles que mais ama...
Mãe, tu vais estar sempre presente na minha vida e continuar bem viva no meu coração.
Tudo o que eu fiz por ti foi bem pouco... Mas fiz sempre tudo por amor.
Faria tudo de novo, se fosse necessário.
Tu foste a melhor mãe que um filho (ou uma filha) pode desejar.
Amo-te muito, minha querida Mãe.

A tua filha mais nova,

Zeza

.....................................................

O neto Ricardo:

Que saudades eu vou ter de ouvir aquelas gargalhadas que não me deixavam ouvir a televisão...
E daquele bom humor que tu tinhas sempre, apesar das dores horríveis que tinhas todos os dias...
Vou ter muitas saudades tuas, querida avó...
Este é o meu último adeus...

Ricardo

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O neto Pedro:

Por estar tão emocionado e ter tudo ainda tão fresco na minha memória, eu não consigo escrever aqui nada de jeito...
Querida avó, eu só sei que nunca te irei esquecer...

Pedro

17 de julho de 2009

Umas palavrinhas da nossa Mila

Mãe querida:

Como você nunca haverá nenhuma mais!...
Eu estou grata por a ter conhecido um pouco melhor nestes últimos anos!...
Tive tantas saudades suas durante tantos anos no Canadá!...
E acho que agora ainda vou ter mais...
Creio, no entanto, que a Mãe está em paz junto do nosso querido Pai. E que os dois (agora juntos outra vez) velarão por todos nós - os vossos filhos.
Muito obrigada, Mãe, pela sua dedicação e pelo seu amor para connosco ao longo de toda a sua vida.

Com muito carinho,

Mila

16 de julho de 2009

A Ermelinda fala-nos da nossa Mãe

Aos meus irmãos:

Pela primeira vez sinto o desejo de escrever umas palavras no blogue «Todos-os-Gomes» em homenagem à nossa querida mãe.
Direi simplesmente que a mãe sempre estará entre nós pela força do ser que nos deu.
Assim, nós continuaremos a rir com ela; a falar do que ela mais gostava; a considerar todos os seus amigos; e a pronunciar o seu nome com grande carinho, sem a sombra de alguém que desapareceu mas sim com a certeza de que ela está bem viva nos nossos corações.
O seu sorriso será sempre algo que nos acompanhará, dando-nos força para caminhar até ao dia do reencontro.

Querida mãe:

Obrigada pelo exemplo de vida que sempre nos deste.
Até sempre.
A tua filha,

Ermelinda

15 de julho de 2009

Missa do 7º dia - Agradecimento

Aqui fica o anúncio que foi publicado hoje no jornal
«Diário de Coimbra».
Muito obrigado a todos os que estiveram no funeral
e também aos que fizerem o favor de estar hoje na Missa do 7º dia
(em Coimbra ou em outras localidades do país).

11 de julho de 2009

Querida Mãe!...

Os teus filhos, a tua família e os teus amigos nunca te esquecerão...


Todos nós esperamos encontrar-te um dia
junto do nosso querido pai,
dos avós, dos tios, dos primos e de todos os amigos que partiram antes...


Tu foste sempre uma mãe extremosa
e uma amiga sincera para todos...
O teu sofrimento foi muito e de muitas formas
ao longo de toda a vida...
Nós estamos felizes por ele ter chegado ao fim e tu poderes finalmente descansar em paz...
Adeus, querida «Mitche»...
Muito obrigado por tudo!...

26 de junho de 2009

Notícias da Mitche...

A nossa Mitche (tia Blandina) tinha um aspecto muito esquisito no passado dia 24 de Junho (um triste dia de S. João!...).
Aliás, ela está cada vez mais debilitada e havia já alguns dias que se queixava de uma pequena dor no abdómen (que nós pensámos dever-se à doença oncológica que ela tem no fígado).

A Zeza (que toma conta das nossas duas velhinhas) estava muito preocupada com isso e decidiu chamar a sua casa os médicos do INEM.

A mãe foi levada de imediato para o Hospital da Universidade de Coimbra e deu entrada no serviço de urgência por volta das 13 horas daquele dia.

Ela permaneceu na urgência o resto do dia e, à noite, os médicos decidiram transferi-la para o serviço de Cardiologia do hospital.

Mais precisamente, ela foi levada para a UCIC (unidade de cuidados intensivos coronários), no 3º piso do hospital.

Hoje, dia 26, ela ainda permanece nesta unidade de cuidados intensivos, onde o seu coração está a ser monitorizado em permanência e onde lhe são prestados todos os cuidados que a sua delicada situação requer.

O médico cardiologista desta unidade informou-nos que a mãe teve um enfarte do miocárdio vários dias antes do dia 24 de Junho e que o ideal teria sido que ela tivesse sido socorrida imediatamente a seguir à ocorrência do enfarte (para se tentar a revascularização da zona atingida).

Ele disse ainda que, nesta idade, tudo é mais complicado. E que qualquer pequeno problema poderá ser fatal... (ele usou a metáfora da auto-estrada para os novos e do caminho muito estreito para os velhos).

Assim, ao que parece, a mãe está a ser vigiada e tratada para se evitarem as complicações associadas ao enfarte, nomeadamente a ocorrência de novos enfartes que poderão ser fatais...

Como se vê, o prognóstico é muito reservado... E uma evolução favorável significará apenas que a mãe possa deixar a unidade de cuidados intensivos e passar para a enfermaria de cardiologia...

Mas, ontem, dia 25, fomos visitá-la e pareceu-nos que ela estava razoável... Não tinha dores, conheceu as pessoas (embora com alguns problemas de orientação e de memória que apresenta já há algum tempo), gostou de ver lá os filhos, e comeu benzinho ao jantar...

Hoje, dia 26, e nos próximos dias, vamos continuar a visitá-la e a acompanhá-la nesta fase muito difícil da sua vida.

Não sabemos o que o futuro próximo nos reserva.

Esperamos que a nossa mãe recupere deste problema cardíaco e que esteja ainda muito tempo connosco (embora a doença oncológica, as dores e a degradação corporal que lhe estão associadas sejam sempre uma grande preocupação...).

Mas, se a recuperação não for possível, esperamos que a sua hora seja breve, sem dores, e sem consciência do seu estado terminal.

Por agora, a nossa mãe está num bom hospital e a ser muito bem tratada (a nível científico e a nível humano).

Tudo o que é possível fazer por ela está a ser feito.

Ela bem o merece porque foi sempre uma pessoa simples, boa, trabalhadora, humilde, honesta e amiga de todos.

Ela é também (e foi sempre) uma pessoa de fé. Por isso, merece encontrar um dia aquilo em que acreditou e a recompensa que sempre esperou.

Querida mãe, muito obrigado por tudo!

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P. S. - Na visita de hoje, dia 26, a enfermeira disse-nos que a situação da mãe é grave, tendo em conta a sua idade e as doenças de que padece. Mas, acrescentou que ela está a melhorar um pouco... E fundamentou essa afirmação dizendo o seguinte: - que a mãe tinha a tensão muito baixa e que a mesma começou a estabilizar; que urinava muito pouco (através da sonda) e que agora urina melhor; e que à hora do almoço até se sentou um bocadinho na cama...
Vamos lá a ver!... Enquanto há vida, há esperança!...

19 de março de 2009

Dia da Mãe!... 84 anos!...

Hoje, dia 19 de Março, celebra-se o «dia do Pai» no nosso país.
Mas, para nós é o «dia da Mãe» porque neste dia a nossa Mitche fez 84 anos!...
Em casa da Zeza fez-se uma pequena festa de aniversário...

Neste dia, a Mila chegou do Canadá
e vai estar junto de nós durante cerca de um mês.

A Mãe estava muito feliz
com vários filhos e netos junto de si
e com os telefonemos dos que estavam longe.

Muitos parabéns, querida Mitche!
Todos esperamos tê-la junto de nós e com saúde
por muitos e muitos anos...

19 de março de 2008

Aniversário - 83 anos!

Hoje faz 83 anos a nossa Mitche!...
A fotografia acima foi tirada há poucos momentos.
Hoje, o Ricardo foi o primeiro a dar os parabéns à avó.
Ele dirige a ela as seguintes palavras:

"Avó:
Desejo-lhe muita saúde e paz também.
Ontem à noite já lhe dei um presente, mostrando-lhe na minha televisão o filme de «Fátima» que eu sei que você gosta muito.
Beijinhos do seu neto melhor e mais querido.
Ricardo"

O neto Pedro está a passar uns dias em Barcelona, mas também mandou de lá uma mensagem à mãe, dizendo: "Dá aí os parabéns à avozinha".

Mitche:
Todos nós desejamos que você tenha um dia de aniversário muito feliz e que ele se repita por muitos e muitos anos, sempre com saúde e alegria.
Abraços e beijos de nós todos.

P.S. - Este post foi escrito agora em casa da Zeza, mesmo ao pé da Mitche.

19 de março de 2007

Aniversário - 82 anos

Hoje – dia 19 de Março de 2007 – faz 82 anos que nasceu na freguesia de Guilhufe (concelho de Penafiel) a senhora Blandina Moreira.
Em Portugal celebra-se neste dia o dia do Pai.
Mas, para os filhos da D. Blandina, este não é o dia do pai, mas sim o dia da Mãe.

Minha querida Mãe:

Todos nós desejamos que você tenha um dia de anos muito feliz, que ele se repita por muitos anos junto dos seus filhos, netos e bisnetos (lembro aqui, em especial, o seu bisneto Guilherme e a sua neta Daniela - nascidos há poucos dias) e de toda a restante família, sempre com muita saúde e muita alegria.

Muitos abraços e beijos de nós todos.

P A R A B É N S

15 de maio de 2006

Blandina Moreira (10)

Terminam aqui as notícias diárias sobre a nossa mãe.
É que ela teve hoje alta do Hospital (HUC) e regressou a casa da Madrinha.
Esta noite, as duas velhinhas já dormem lá em casa, na companhia do nosso Zé.
A mãe está bem disposta e aparenta estar bem de saúde (mais ou menos... porque continua com aquelas mazelas que já tinha antes do internamento).
Hoje, a minha visita não foi ao hospital mas sim a casa da Madrinha.
Levei às nossas velhinhas uma surpresa que já tencionava levar há bastante tempo: um leitor de DVD para elas verem na televisão algo que lhes interesse mesmo (assuntos religiosos, ranchos folclóricos, etc.).
Assim, elas gostaram imenso de ver um filme sobre Fátima e de ouvir um CD com canções que eram cantadas pela Irmã Lúcia (na voz de freiras carmelitas).
A mãe trouxe do hospital uma carta para entregar ao seu médico de família e uma outra carta que marca o dia 08/06/2006 para nova consulta com o médico da Cirurgia 2 do HUC.
Por agora é só isto.
Beijos para todos.

Quim

14 de maio de 2006

Blandina Moreira (9)

Hoje não há grandes notícias da mãe para dar aqui.
Ela passou bem a noite anterior e o dia de hoje.
De manhã, tomou banho e viu a missa dominical pela televisão.
Apesar de ser Domingo, teve a visita de dois médicos.
À tarde, a Mila telefonou-lhe do Canadá. A senhora enfermeira arranjou-lhe uma cadeira de rodas e a mãe foi ao corredor atender o telefone, sentada nessa cadeira.
As visitas de hoje foram: Quim, Zé, Zeza, Sarinha e marido (de Nelas), e a Paula (da casa Costa).
A mãe jantou bem.
Lá ficou, preparando-se para rezar o terço diário com a colega de enfermaria e para passar mais uma noite.
Vamos a ver o que o médico decide amanhã.
Por hoje é só isto.
Beijos.

Quim