Faz hoje 42 anos que faleceu o meu querido pai (Vitorino Gomes)!...
Na altura, ele tinha apenas 37 anos de idade.
Era ainda tão novo e deixava a esposa com seis filhos tão novinhos!...
Hoje, todos os filhos que ele deixou têm já mais idade do que a que ele tinha.
Apesar de ter passado tanto tempo, eu nunca me esqueço dele.
Está sepultado em Guilhufe (Penafiel), muito longe da residência dos filhos, mas está bem junto do seu pai (Joaquim Gomes) e da sua mãe (Ermelinda Rosa).
Ele era um homem bom, honesto, trabalhador, amigo de todos.
Onde quer que ele esteja, espero que esteja bem e na companhia dos seus pais, irmãos e amigos.
Aqui ficam estas breves palavras em memória da muita saudade que eu tenho dele.
Coimbra, 24/01/2008
Joaquim Gomes
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24 de janeiro de 2008
24 de janeiro de 2006
40 anos...

Faz hoje 40 anos que morreu o meu querido pai – Vitorino Gomes.
É muito tempo... Mas, eu continuo ainda a lembrar-me dele.
Na altura, eu tinha quase 14 anos de idade. Estava no seminário da Figueira da Foz quando recebi a triste notícia. A Madrinha foi lá buscar-me e seguimos de táxi até à nossa terra, numa corrida maluca.
Quando lá cheguei, não me deixaram ver o meu pai pela última vez. Deram-me apenas a chave do caixão porque eu a pedi como recordação.
Só depois de terminar o funeral é que eu consegui expressar toda a minha tristeza e chorar tudo o que me apeteceu.
Enquanto eu viver, o meu pai também viverá na minha recordação.
Espero que ele esteja bem, na companhia de todos os que o amavam e que também já partiram deste mundo.
Aqui ficam estas breves - mas sentidas - palavras em sua memória.
Quim
5 de janeiro de 2005
Primeira fotografia
Esta é a primeira fotografia que eu consigo pôr neste blog.
Por isso, quis prestar uma pequena homenagem ao meu querido pai, neste mês de Janeiro de 2005 em que se completam 39 anos sobre a sua morte.
As pessoas não estão verdadeiramente mortas enquanto houver alguém neste mundo que as recorde, que as tenha na sua memória.
Camões falava da «lei da morte» referindo-se ao esquecimento.
Portanto, se não houver esquecimento, não há uma morte verdadeira ou definitiva.
Esta fotografia do meu pai já estava no «site» www.quim.pt.to
A partir de agora, passa a estar também neste blog.
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