26 de março de 2005
Primo Quim
Foi uma optima supresa ter vindo aki.
gostei mt da vossa visita aki em Santo Tirso
por aki as coisas como viram ta td bem ta td na mesma
mando mts beijos para tds
Liliana
gostei mt da vossa visita aki em Santo Tirso
por aki as coisas como viram ta td bem ta td na mesma
mando mts beijos para tds
Liliana
Visita
Finalmente, os meus primos de Coimbra vieram cá visitar-nos. Hurra!!!
Conheci a minha prima Graça que ainda não conhecia.
A minha mãe já andou a mostrar-lhe a casa toda.
Agora eu já sei escrever no blog dos Gomes.
Beijos para todos.
Joana
Conheci a minha prima Graça que ainda não conhecia.
A minha mãe já andou a mostrar-lhe a casa toda.
Agora eu já sei escrever no blog dos Gomes.
Beijos para todos.
Joana
19 de março de 2005
A festa de aniversário
Postal da Emília
Breves recordações de uma mãe e avó
Neste dia em que completo 80 anos, quero contar aos meus filhos e netos (para que eles me conheçam melhor) um pouco do que foi a minha vida.
Nasci no lugar de Piéres, freguesia de Guilhufe, concelho de Penafiel.
A minha mãe era padeira. O seu trabalho consistia em ir buscar pão a uma padaria em Penafiel e vendê-lo nos vários lugares da minha freguesia.
O meu pai era jornaleiro, ou seja, trabalhava na agricultura por conta de quem o rogava.
Eu tinha uma irmã (Ana Moreira) e um irmão (Manuel Moreira), ambos mais novos do que eu.
Quando eu tinha sete anos, a minha mãe faleceu ao dar à luz o seu quarto filho que morreu com ela.
Depois disto, continuei a viver com o meu pai e os meus irmãos no lugar de Piéres.
Por volta dos meus 11 ou 12 anos, faleceu aquele meu irmão.
O meu pai ficou muito abalado com a morte deste filho, deixou de trabalhar por algum tempo, e nunca mais foi o mesmo homem.
Alguns anos mais tarde, ele voltou a casar e teve uma filha da minha madrasta (ela chamava-se Maria, morava na freguesia de Urrô, e já faleceu).
Quando isto sucedeu, fui viver com a minha avó paterna - que era também minha madrinha – para o lugar do Barral, na mesma freguesia de Guilhufe.
Então, comecei a trabalhar na agricultura por conta de vários patrões, regressando a casa da minha avó ao fim do dia.
Mais tarde, fui servir para a casa do senhor José do Ginés, na Lagarteira, onde permaneci por mais de 15 anos.
Um dia, o filho do patrão aborreceu-se comigo e atirou-me uma foice que ficou espetada no chão a cerca de um metro do lugar em que eu me encontrava.
Para que não me viesse a acontecer alguma coisa pior, eu resolvi despedir-me, tendo ido servir para a casa do senhor Augusto dos Passais.
Foi nesta altura que conheci um bonito rapaz que passava por ali a caminho do seu trabalho. Ele era do lugar de Silvarelhos, da mesma freguesia de Guilhufe, e chamava-se Vitorino Gomes.
Namorámos durante dois anos, mas só podíamos encontrar-nos uma vez por semana, ao Domingo.
O nosso casamento foi celebrado de manhã cedo, na igreja paroquial de Guilhufe, no dia 19 de Agosto de 1951.
Os padrinhos do casamento foram os meus cunhados António e Emília (também padrinhos da minha filha Emília).
A roupa que eu levava vestida era: - uma saia e blusa, um casaco, e um lenço chinês pela cabeça. Nos pés tinha calçadas umas meias e umas chinelas.
Os meus cunhados António e Emília – que eram tendeiros nas feiras – meteram-se no carro logo depois da cerimónia e seguiram para o seu trabalho na feira e festa de Santo Tirso. Mas, convidaram-nos a ir até à dita feira porque eles nos ofereciam ali uma boda (almoço).
Terminada a cerimónia na igreja, eu e o meu marido fomos tomar o pequeno-almoço em casa do meu patrão, nos Passais, a convite do mesmo.
Após o pequeno-almoço, seguimos a pé para Paredes. Aí, apanhámos o comboio que nos levou até Santo Tirso, de onde só regressámos à noite.
Fomos viver para casa dos pais do meu marido, em Silvarelhos. Foi ali que eu tive todos os meus filhos.
O segundo filho chamava-se Agostinho e faleceu oito dias depois do nascimento.
Os outros seis filhos são o Quim, a Ermelinda, a Emília, o Zé, o João e a Zeza.
Esta última nasceu 3 semanas depois do falecimento do meu marido, ocorrido no dia 24 de Janeiro de 1966.
Com a ajuda de Deus (e o precioso auxílio da minha cunhada Maria Rosa, a quem estou eternamente agradecida), todos estes filhos cresceram com saúde e amor, nunca lhes tendo faltado nada do que precisavam.
Nesta data, recordo com muita saudade o meu marido («Dai-lhe, Senhor, o eterno descanso»), com o qual fui muito feliz durante os pouco mais de 14 anos que durou o nosso casamento.
E recordo também a minha irmã Ana Moreira, da qual só sei que veio a ser internada num colégio do Porto, desconhecendo qual seja esse colégio e se aquela já faleceu ou se ainda é viva.
Com a bonita idade que tenho hoje, sinto uma grande alegria por ver os meus filhos e os meus netos (Sara, Vitorino, Miguel, Joana, João, Pedro e Ricardo) junto de mim, a darem-se bem uns com os outros, e felizes por me verem também junto deles.
Nasci no lugar de Piéres, freguesia de Guilhufe, concelho de Penafiel.
A minha mãe era padeira. O seu trabalho consistia em ir buscar pão a uma padaria em Penafiel e vendê-lo nos vários lugares da minha freguesia.
O meu pai era jornaleiro, ou seja, trabalhava na agricultura por conta de quem o rogava.
Eu tinha uma irmã (Ana Moreira) e um irmão (Manuel Moreira), ambos mais novos do que eu.
Quando eu tinha sete anos, a minha mãe faleceu ao dar à luz o seu quarto filho que morreu com ela.
Depois disto, continuei a viver com o meu pai e os meus irmãos no lugar de Piéres.
Por volta dos meus 11 ou 12 anos, faleceu aquele meu irmão.
O meu pai ficou muito abalado com a morte deste filho, deixou de trabalhar por algum tempo, e nunca mais foi o mesmo homem.
Alguns anos mais tarde, ele voltou a casar e teve uma filha da minha madrasta (ela chamava-se Maria, morava na freguesia de Urrô, e já faleceu).
Quando isto sucedeu, fui viver com a minha avó paterna - que era também minha madrinha – para o lugar do Barral, na mesma freguesia de Guilhufe.
Então, comecei a trabalhar na agricultura por conta de vários patrões, regressando a casa da minha avó ao fim do dia.
Mais tarde, fui servir para a casa do senhor José do Ginés, na Lagarteira, onde permaneci por mais de 15 anos.
Um dia, o filho do patrão aborreceu-se comigo e atirou-me uma foice que ficou espetada no chão a cerca de um metro do lugar em que eu me encontrava.
Para que não me viesse a acontecer alguma coisa pior, eu resolvi despedir-me, tendo ido servir para a casa do senhor Augusto dos Passais.
Foi nesta altura que conheci um bonito rapaz que passava por ali a caminho do seu trabalho. Ele era do lugar de Silvarelhos, da mesma freguesia de Guilhufe, e chamava-se Vitorino Gomes.
Namorámos durante dois anos, mas só podíamos encontrar-nos uma vez por semana, ao Domingo.
O nosso casamento foi celebrado de manhã cedo, na igreja paroquial de Guilhufe, no dia 19 de Agosto de 1951.
Os padrinhos do casamento foram os meus cunhados António e Emília (também padrinhos da minha filha Emília).
A roupa que eu levava vestida era: - uma saia e blusa, um casaco, e um lenço chinês pela cabeça. Nos pés tinha calçadas umas meias e umas chinelas.
Os meus cunhados António e Emília – que eram tendeiros nas feiras – meteram-se no carro logo depois da cerimónia e seguiram para o seu trabalho na feira e festa de Santo Tirso. Mas, convidaram-nos a ir até à dita feira porque eles nos ofereciam ali uma boda (almoço).
Terminada a cerimónia na igreja, eu e o meu marido fomos tomar o pequeno-almoço em casa do meu patrão, nos Passais, a convite do mesmo.
Após o pequeno-almoço, seguimos a pé para Paredes. Aí, apanhámos o comboio que nos levou até Santo Tirso, de onde só regressámos à noite.
Fomos viver para casa dos pais do meu marido, em Silvarelhos. Foi ali que eu tive todos os meus filhos.
O segundo filho chamava-se Agostinho e faleceu oito dias depois do nascimento.
Os outros seis filhos são o Quim, a Ermelinda, a Emília, o Zé, o João e a Zeza.
Esta última nasceu 3 semanas depois do falecimento do meu marido, ocorrido no dia 24 de Janeiro de 1966.
Com a ajuda de Deus (e o precioso auxílio da minha cunhada Maria Rosa, a quem estou eternamente agradecida), todos estes filhos cresceram com saúde e amor, nunca lhes tendo faltado nada do que precisavam.
Nesta data, recordo com muita saudade o meu marido («Dai-lhe, Senhor, o eterno descanso»), com o qual fui muito feliz durante os pouco mais de 14 anos que durou o nosso casamento.
E recordo também a minha irmã Ana Moreira, da qual só sei que veio a ser internada num colégio do Porto, desconhecendo qual seja esse colégio e se aquela já faleceu ou se ainda é viva.
Com a bonita idade que tenho hoje, sinto uma grande alegria por ver os meus filhos e os meus netos (Sara, Vitorino, Miguel, Joana, João, Pedro e Ricardo) junto de mim, a darem-se bem uns com os outros, e felizes por me verem também junto deles.
* * *
Para terminar, quero dizer-vos algumas quadras que eu cantava com as minhas colegas no trabalho do campo, quando éramos ainda solteiras:
1.
Rapazes, quando eu morrer,
Levai-me devagarinho.
À porta do meu amor,
Descansai um bocadinho.
2.
Se andas de mal comigo,
Andas de costas voltadas.
Se te doem os calcanhares,
Esfrega-lhes urtigas pisadas.
3.
Devagar se vai ao longe.
Bem tolo é quem se mata.
Acaba a noite e vem o dia.
Não há coisa mais barata.
4.
Eu cantei uma cantiga.
Com esta já vou em duas.
Não canto mais nenhuma
Sem ouvir uma das tuas.
5.
Já pedi aos santos todos
Que tu nunca me lembrasses.
Ou os santos não ouviram
Ou tu me enfeitiçaste.
6.
Ai de mim e ai de ti.
Ai de nós ambos os dois.
Ai de mim primeiramente.
Ai de ti mais ao depois.
7.
Eu contigo ia, ia,
Se não fosse arrecear.
Eu sei a vida que tenho.
Não sei a que me vais dar.
Coimbra, 19 de Março de 2005
Blandina Moreira
Rapazes, quando eu morrer,
Levai-me devagarinho.
À porta do meu amor,
Descansai um bocadinho.
2.
Se andas de mal comigo,
Andas de costas voltadas.
Se te doem os calcanhares,
Esfrega-lhes urtigas pisadas.
3.
Devagar se vai ao longe.
Bem tolo é quem se mata.
Acaba a noite e vem o dia.
Não há coisa mais barata.
4.
Eu cantei uma cantiga.
Com esta já vou em duas.
Não canto mais nenhuma
Sem ouvir uma das tuas.
5.
Já pedi aos santos todos
Que tu nunca me lembrasses.
Ou os santos não ouviram
Ou tu me enfeitiçaste.
6.
Ai de mim e ai de ti.
Ai de nós ambos os dois.
Ai de mim primeiramente.
Ai de ti mais ao depois.
7.
Eu contigo ia, ia,
Se não fosse arrecear.
Eu sei a vida que tenho.
Não sei a que me vais dar.
Coimbra, 19 de Março de 2005
Blandina Moreira
Registo de Nascimento nº 305
Às três horas do dia dezanove do mês de Março do ano de mil novecentos e vinte e cinco, nasceu numa casa do lugar de Piéres, da freguesia de Guilhufe, deste concelho, um indivíduo do sexo feminino, a quem foi posto o nome de Blandina Moreira, filha legítima de Serafim Moreira, de vinte e dois anos de idade, no estado de casado, de profissão jornaleiro, natural de Guilhufe, dita, e de Maria Ferreira, de vinte e um anos de idade, no estado de casada, de profissão doméstica, natural de Guilhufe, dita, domiciliados no referido lugar de Piéres, neta paterna de António Moreira e de Blandina Moreira, e materna de Joaquim Rodrigues e de Ana Ferreira.
Foram testemunhas Vitorino Ferreira, maior, casado, lavrador, domiciliado no lugar de Castanheiro de Cima, freguesia de Duas-Igrejas, deste concelho, e Belmiro Barbosa, maior, casado, jornaleiro, domiciliado no lugar do Outeiro, freguesia de Bustêlo, deste concelho.
A declaração de nascimento foi feita pelo pai da registanda.
Este registo, depois de lido e conferido com o seu extracto, vai ser assinado por mim, oficial do Registo Civil, declarante e testemunhas.
A importância dos emolumentos é de seis escudos e vinte e cinco centavos.
Repartição do Registo Civil de Penafiel, aos dezanove de Março de mil novecentos vinte e cinco.
a) Serafim Moreira, Vitorino Ferreira, Belmiro Barbosa, Cristiano Rua e Melo.
Averbamentos:
1 - Casou ontem na Igreja paroquial de Guilhufe, deste concelho, com Vitorino Gomes, natural de Guilhufe. Transcrição nº 182 desta Conservatória. Penafiel, 20 de Agosto de 1951. a) ….
2 - O casamento referido no averbamento nº 1 foi dissolvido por óbito do cônjuge Vitorino Gomes, falecido em Guilhufe, Penafiel, no dia 24. Averbamento nº 1 ao assento de casamento nº 182 de 1951. Em 25 de Janeiro de 1966. a) ….
A declaração de nascimento foi feita pelo pai da registanda.
Este registo, depois de lido e conferido com o seu extracto, vai ser assinado por mim, oficial do Registo Civil, declarante e testemunhas.
A importância dos emolumentos é de seis escudos e vinte e cinco centavos.
Repartição do Registo Civil de Penafiel, aos dezanove de Março de mil novecentos vinte e cinco.
a) Serafim Moreira, Vitorino Ferreira, Belmiro Barbosa, Cristiano Rua e Melo.
Averbamentos:
1 - Casou ontem na Igreja paroquial de Guilhufe, deste concelho, com Vitorino Gomes, natural de Guilhufe. Transcrição nº 182 desta Conservatória. Penafiel, 20 de Agosto de 1951. a) ….
2 - O casamento referido no averbamento nº 1 foi dissolvido por óbito do cônjuge Vitorino Gomes, falecido em Guilhufe, Penafiel, no dia 24. Averbamento nº 1 ao assento de casamento nº 182 de 1951. Em 25 de Janeiro de 1966. a) ….
Aniversário
Querida Mitche:
Muitos parabéns pelos seus 80 anos!
O seus filhos e netos, a restante família e os amigos desejam que você tenha um dia de aniversário muito feliz.
Oxalá que este dia se repita por muitos anos, que você tenha muita saúde e muitas alegrias.
Sabemos que podemos contar sempre com o seu amor, a sua compreensão, a preocupação constante, e tudo o que de bom nos tem dado ao longo destes anos de vida.
Vamos procurar retribuir-lhe tudo isso o melhor que pudermos e soubermos.
Hoje é dia de festa!...Parabéns!...
Muitos parabéns pelos seus 80 anos!
O seus filhos e netos, a restante família e os amigos desejam que você tenha um dia de aniversário muito feliz.
Oxalá que este dia se repita por muitos anos, que você tenha muita saúde e muitas alegrias.
Sabemos que podemos contar sempre com o seu amor, a sua compreensão, a preocupação constante, e tudo o que de bom nos tem dado ao longo destes anos de vida.
Vamos procurar retribuir-lhe tudo isso o melhor que pudermos e soubermos.
Hoje é dia de festa!...Parabéns!...
17 de março de 2005
Fotografias
Finalmente consegui pôr mais algumas fotografias no meu site.
Já sabem qual é o endereço.
Elas estão em «Parentes Quim».
Há lá uma foto que a prima Zeza (mãe da Liliana e da Joana) deve apreciar bastante.
Espero que gostem todos.
Um abraço do
Quim
21 de fevereiro de 2005
Aniversário
Meu caro Tó:
Para o caso de vir visitar o blogue, aqui fica esta mensagem:
Desejo que tenha um dia de aniversário muito saudável e feliz, que isso dure pos muitos anos, e que se estenda a toda a sua família.
Um abraço do
Quim
14 de fevereiro de 2005
Aniversário
Querida irmã Zeza:
Faz hoje 39 anos que nasceu em Guilhufe, Penafiel, uma menina a quem foi posto o nome de Maria José.
As circunstâncias não podiam ter sido piores.
O nosso pai tinha falecido há três semanas, tinha deixado 5 filhos menores e o sexto filho acabava de chegar ao mundo!...
Com o teu nascimento, a nossa mãe não sabia se havia de chorar de felicidade ou chorar de tristeza e angústia.
Mas, com a ajuda de Deus ou da sorte (só sabemos que a madrinha Maria Rosa foi o instrumento de que um ou outra se serviram para trazer essa ajuda...), nunca faltou aos filhos do Vitorino Gomes e da Blandina Moreira o pão e o carinho de que eles precisavam para crescerem saudáveis.
Passados todos estes anos, podemos dizer agora que o nascimento daquela menina – que parecia ter sido uma grande desgraça – se transformou afinal numa grande sorte.
De facto, ninguém imaginava que essa menina (hoje, uma bela mulher) ia ser o anjo da guarda de duas velhinhas simpáticas que moram nesta linda cidade de Coimbra.
A vida dá muitas voltas!... Mas, só tem algum sentido quando as crianças recebem apoio dos adultos para crescerem. E quando, transformadas essas crianças em adultos, chega a vez de estas ajudarem os velhinhos que os ajudaram antes.
Por tudo isto, desejo que tenhas um dia de aniversário muito feliz; que essa felicidade se prolongue por muitos anos; e que possas continuar a fazer felizes (como tens feito até agora) todos os que te rodeiam.
Muitos beijinhos do teu irmão
Quim
Faz hoje 39 anos que nasceu em Guilhufe, Penafiel, uma menina a quem foi posto o nome de Maria José.
As circunstâncias não podiam ter sido piores.
O nosso pai tinha falecido há três semanas, tinha deixado 5 filhos menores e o sexto filho acabava de chegar ao mundo!...
Com o teu nascimento, a nossa mãe não sabia se havia de chorar de felicidade ou chorar de tristeza e angústia.
Mas, com a ajuda de Deus ou da sorte (só sabemos que a madrinha Maria Rosa foi o instrumento de que um ou outra se serviram para trazer essa ajuda...), nunca faltou aos filhos do Vitorino Gomes e da Blandina Moreira o pão e o carinho de que eles precisavam para crescerem saudáveis.
Passados todos estes anos, podemos dizer agora que o nascimento daquela menina – que parecia ter sido uma grande desgraça – se transformou afinal numa grande sorte.
De facto, ninguém imaginava que essa menina (hoje, uma bela mulher) ia ser o anjo da guarda de duas velhinhas simpáticas que moram nesta linda cidade de Coimbra.
A vida dá muitas voltas!... Mas, só tem algum sentido quando as crianças recebem apoio dos adultos para crescerem. E quando, transformadas essas crianças em adultos, chega a vez de estas ajudarem os velhinhos que os ajudaram antes.
Por tudo isto, desejo que tenhas um dia de aniversário muito feliz; que essa felicidade se prolongue por muitos anos; e que possas continuar a fazer felizes (como tens feito até agora) todos os que te rodeiam.
Muitos beijinhos do teu irmão
Quim
Maria José (Zeza) - a eterna namorada.
9 de fevereiro de 2005
Joana Cunha
Joana:
Já alterei o teu nome de utilizador, como tu querias.
Estou a pôr este «post» aqui em teu nome para experimentar.
Se reparares bem, verás que no fundo aparece o teu novo nome.
Pede ao teu amigo que te ajude a escrever aqui no blog um pouco até tu te habituares.
Depois verás que é muito fácil.
Beijos do primo
Quim
Já alterei o teu nome de utilizador, como tu querias.
Estou a pôr este «post» aqui em teu nome para experimentar.
Se reparares bem, verás que no fundo aparece o teu novo nome.
Pede ao teu amigo que te ajude a escrever aqui no blog um pouco até tu te habituares.
Depois verás que é muito fácil.
Beijos do primo
Quim
8 de fevereiro de 2005
Carnaval (2)
O Carnaval é, exclusivamente, um período de festas profanas e de divertimentos entre os Reis e a Quaresma, com o seu auge nos três dias anteriores à quarta-feira de Cinzas.
Não se conhece verdadeiramente a origem da palavra Carnaval.
Para uns, compreendia a terça-feira gorda, dia em que começava a proibição de ingestão de carne pela Igreja, como preparação para a Páscoa. Outros, procuram no latim a explicação para o vocábulo: carnelevamen, depois carne, vale ("adeus, carne").
Carnelevamen pode significar igualmente carnis levamen, "prazer da carne", antes das abstinências e prescrições que marcam a Quaresma.
No calendário cerimonial anual português, o Carnaval é um dos mais importantes "ciclos" festivos.
Assume particular destaque actualmente nos meios urbanos, mas possui, ao mesmo tempo, ainda características muito próprias nos meios rurais tradicionais.
As características comuns do Carnaval em Portugal são essencialmente quatro:
1 – Ausência completa de restrições alimentares quantitativas e qualitativas, com a ingestão de carnes de toda a espécie, desde a orelheira no Norte ao galo em outras regiões, para além das sobremesas da quadra como o arroz doce e as filhoses. Os bodos são um exemplo festivo desta componente alimentar. Os excessos alimentares carnavalescos são entendidos, por outro lado, como contraponto aos jejuns e abstinências quaresmais.
2 – Uso de máscaras, essenciais nos festejos, mas sem relação alguma com rituais específicos, como noutras regiões da Europa (Veneza, Colónia...).
3 – Exibição e destruição de manequins/bonecos de tipo burlesco, com carácter jocoso, visível nas paródias aos enterros (como o do "João").
4 – As "pulhas" carnavalescas, ou sátiras de acusação e provocação, directa e humorística, por vezes com tom ofensivo.
(extraído da «Diciopédia»)
Não se conhece verdadeiramente a origem da palavra Carnaval.
Para uns, compreendia a terça-feira gorda, dia em que começava a proibição de ingestão de carne pela Igreja, como preparação para a Páscoa. Outros, procuram no latim a explicação para o vocábulo: carnelevamen, depois carne, vale ("adeus, carne").
Carnelevamen pode significar igualmente carnis levamen, "prazer da carne", antes das abstinências e prescrições que marcam a Quaresma.
No calendário cerimonial anual português, o Carnaval é um dos mais importantes "ciclos" festivos.
Assume particular destaque actualmente nos meios urbanos, mas possui, ao mesmo tempo, ainda características muito próprias nos meios rurais tradicionais.
As características comuns do Carnaval em Portugal são essencialmente quatro:
1 – Ausência completa de restrições alimentares quantitativas e qualitativas, com a ingestão de carnes de toda a espécie, desde a orelheira no Norte ao galo em outras regiões, para além das sobremesas da quadra como o arroz doce e as filhoses. Os bodos são um exemplo festivo desta componente alimentar. Os excessos alimentares carnavalescos são entendidos, por outro lado, como contraponto aos jejuns e abstinências quaresmais.
2 – Uso de máscaras, essenciais nos festejos, mas sem relação alguma com rituais específicos, como noutras regiões da Europa (Veneza, Colónia...).
3 – Exibição e destruição de manequins/bonecos de tipo burlesco, com carácter jocoso, visível nas paródias aos enterros (como o do "João").
4 – As "pulhas" carnavalescas, ou sátiras de acusação e provocação, directa e humorística, por vezes com tom ofensivo.
(extraído da «Diciopédia»)
6 de fevereiro de 2005
Aniversário
Querido irmão Zé:
Já passaram muitas Primaveras desde aquele dia 6 de Fevereiro de 1960 em que nasceste no palácio da Quintela, freguesia de Guilhufe, concelho de Penafiel.
Quem nasce num palácio merece viver e morrer num palácio!
Mas, o mundo já existia antes de tu nasceres!...
No entanto, a vida também dá muitas voltas... E, com trabalho e alguma sorte, os filhos poderão aspirar a ter um destino melhor do que tiveram os pais deles.
Quem sabe o que a vida ainda te reserva?
Oxalá que seja tudo bom.
Por agora, espero que tenhas um dia de aniversário muito feliz.
Depois, faço votos para que consigas dobrar o número de anos que fazes hoje.
Por fim, desejo que os anos que tens pela frente sejam cheios de saúde e de amor, sempre na companhia da tua mãe (é pena não estar aqui ainda o nosso querido pai...), da tia Rosa, dos teus irmãos, sobrinhos, primos e amigos.
Um grande abraço do teu irmão
Quim
Já passaram muitas Primaveras desde aquele dia 6 de Fevereiro de 1960 em que nasceste no palácio da Quintela, freguesia de Guilhufe, concelho de Penafiel.
Quem nasce num palácio merece viver e morrer num palácio!
Mas, o mundo já existia antes de tu nasceres!...
No entanto, a vida também dá muitas voltas... E, com trabalho e alguma sorte, os filhos poderão aspirar a ter um destino melhor do que tiveram os pais deles.
Quem sabe o que a vida ainda te reserva?
Oxalá que seja tudo bom.
Por agora, espero que tenhas um dia de aniversário muito feliz.
Depois, faço votos para que consigas dobrar o número de anos que fazes hoje.
Por fim, desejo que os anos que tens pela frente sejam cheios de saúde e de amor, sempre na companhia da tua mãe (é pena não estar aqui ainda o nosso querido pai...), da tia Rosa, dos teus irmãos, sobrinhos, primos e amigos.
Um grande abraço do teu irmão
Quim
4 de fevereiro de 2005
Carnaval (1)
Em Portugal
As tradições carnavalescas específicas de Portugal são um misto de paganismo e de religiosidade.
Assim, a par da preparação para a Quaresma, o carnaval em Portugal bebeu de muitos ritos pagãos ligados a celebrações da natureza, sobretudo de recomeço da vida purificada na Primavera, com a morte das culturas antigas e o germinar das novas.
Por isso, enraizado no folclore português está o enterro de uma personagem, de um animal ou de uma coisa comum (o mais constante é o Enterro do Bacalhau), para depois se celebrar a vida, com danças, cortejos, muita cor, luz e música. Assim se vislumbram os motivos da morte que se projectam da festa da vida que é o Carnaval.
Em muito locais, associado ao Enterro do Bacalhau, surge um Julgamento, que funciona como sátira à imposição eclesiástica de abstinência e jejum durante a Quaresma. A origem destas celebrações perdeu-se no tempo.
No Brasil
Os festejos carnavalescos, com o nome de Entrudo, foram levados para o Brasil pelos portugueses.
Durante estes festejos eram levadas a cabo brincadeiras violentas, com os foliões a lançarem farinha, tintas e água suja uns aos outros. Estas práticas foram proibidas por lei e, por isso, passaram a ser utilizadas serpentinas de papel e confetti coloridos.
Aos poucos, o entrudo português foi sendo adaptado, ao assimilar as tradições africanas. A tradição dos desfiles tem origem nas reuniões de escravos, que organizavam cortejos com bandeiras e improvisavam cantigas ao ritmo de marcha. Aos escravos devem-se os ritmos e instrumentos de percussão usados no Carnaval brasileiro.
No século XIX, os operários urbanos começaram a juntar-se em grémios (associações profissionais), que continuaram e desenvolveram a tradição dos desfiles.
Ao mesmo tempo que se desenvolviam as futuras escolas de samba, institucionalizadas no Rio em 1935, as classes altas importavam da Europa os sofisticados Bailes de Máscaras e as Alegorias. Em 1870 foi criado o Maxixe, um tipo de música específico para o Carnaval.
Hoje em dia, o Carnaval é um dos expoentes máximos do Brasil, atraindo anualmente turistas de todo o mundo.
(extraído da internet)
As tradições carnavalescas específicas de Portugal são um misto de paganismo e de religiosidade.
Assim, a par da preparação para a Quaresma, o carnaval em Portugal bebeu de muitos ritos pagãos ligados a celebrações da natureza, sobretudo de recomeço da vida purificada na Primavera, com a morte das culturas antigas e o germinar das novas.
Por isso, enraizado no folclore português está o enterro de uma personagem, de um animal ou de uma coisa comum (o mais constante é o Enterro do Bacalhau), para depois se celebrar a vida, com danças, cortejos, muita cor, luz e música. Assim se vislumbram os motivos da morte que se projectam da festa da vida que é o Carnaval.
Em muito locais, associado ao Enterro do Bacalhau, surge um Julgamento, que funciona como sátira à imposição eclesiástica de abstinência e jejum durante a Quaresma. A origem destas celebrações perdeu-se no tempo.
No Brasil
Os festejos carnavalescos, com o nome de Entrudo, foram levados para o Brasil pelos portugueses.
Durante estes festejos eram levadas a cabo brincadeiras violentas, com os foliões a lançarem farinha, tintas e água suja uns aos outros. Estas práticas foram proibidas por lei e, por isso, passaram a ser utilizadas serpentinas de papel e confetti coloridos.
Aos poucos, o entrudo português foi sendo adaptado, ao assimilar as tradições africanas. A tradição dos desfiles tem origem nas reuniões de escravos, que organizavam cortejos com bandeiras e improvisavam cantigas ao ritmo de marcha. Aos escravos devem-se os ritmos e instrumentos de percussão usados no Carnaval brasileiro.
No século XIX, os operários urbanos começaram a juntar-se em grémios (associações profissionais), que continuaram e desenvolveram a tradição dos desfiles.
Ao mesmo tempo que se desenvolviam as futuras escolas de samba, institucionalizadas no Rio em 1935, as classes altas importavam da Europa os sofisticados Bailes de Máscaras e as Alegorias. Em 1870 foi criado o Maxixe, um tipo de música específico para o Carnaval.
Hoje em dia, o Carnaval é um dos expoentes máximos do Brasil, atraindo anualmente turistas de todo o mundo.
(extraído da internet)
31 de janeiro de 2005
É muito simples escrever aqui
Liliana e Joana:
Vou explicar-vos melhor as instruções que escrevi no blog em 29/12/04:
.........................................
1 – Escrever o endereço do site (sítio da net) www ponto blogger ponto com (ver nota em baixo);
2 – Escrever o teu username (nome de utilizador) e a tua password (palavra-passe);
(já vos disse quais são no e-mail que vos enviei)
3 – Clicar em «Sign in» (entra-se na página que diz «Dashboard»);
4 – Clicar sobre a cruzinha verde (por baixo de «new post»);
5 – Aparecem dois campos para escrever (um em cima - título; outro em baixo - texto);
6 – Clicar em «title» (título) e escrever; clicar em baixo e escrever o post (ou seja, o texto);
7 – Para ver como vai ficar, clicar em «Preview» (escrito a azul);
8 – Para sair do Preview, clicar em «Hide Preview» (escrito a azul);
9 – Para publicar, clicar em «Publish post» (escrito em baixo a vermelho);
10 – Esperar que a publicação esteja completa (100%);
11 – Para ver o blog já escrito, clicar em «View Blog» (em cima);
12 – Para sair, clicar em «Sign out» (em cima à direita).
.........................................
Nota:
Na instrução nº 1 acima está escrito: «www ponto blogger ponto com»
Onde está escrito ponto, vocês têm que pôr mesmo um pontito.
Eu não fiz isso nas instruções porque transformava logo isso num link, e o computador não me deixava fazê-lo.
Espero que agora já consigam escrever no blog.
Sigam as duas as mesmas instruções.
Em seguida, escrevam no blog o que quiserem.
Se não escreverem com juizinho, eu posso tirar o que vocês lá puseram.
Estou ansioso por ver o que vocês têm para dizer aos outros «Gomes».
Depois, podem imprimir cada «post» e mostrar aos vossos pais.
Beijos
Primo Quim
Vou explicar-vos melhor as instruções que escrevi no blog em 29/12/04:
.........................................
1 – Escrever o endereço do site (sítio da net) www ponto blogger ponto com (ver nota em baixo);
2 – Escrever o teu username (nome de utilizador) e a tua password (palavra-passe);
(já vos disse quais são no e-mail que vos enviei)
3 – Clicar em «Sign in» (entra-se na página que diz «Dashboard»);
4 – Clicar sobre a cruzinha verde (por baixo de «new post»);
5 – Aparecem dois campos para escrever (um em cima - título; outro em baixo - texto);
6 – Clicar em «title» (título) e escrever; clicar em baixo e escrever o post (ou seja, o texto);
7 – Para ver como vai ficar, clicar em «Preview» (escrito a azul);
8 – Para sair do Preview, clicar em «Hide Preview» (escrito a azul);
9 – Para publicar, clicar em «Publish post» (escrito em baixo a vermelho);
10 – Esperar que a publicação esteja completa (100%);
11 – Para ver o blog já escrito, clicar em «View Blog» (em cima);
12 – Para sair, clicar em «Sign out» (em cima à direita).
.........................................
Nota:
Na instrução nº 1 acima está escrito: «www ponto blogger ponto com»
Onde está escrito ponto, vocês têm que pôr mesmo um pontito.
Eu não fiz isso nas instruções porque transformava logo isso num link, e o computador não me deixava fazê-lo.
Espero que agora já consigam escrever no blog.
Sigam as duas as mesmas instruções.
Em seguida, escrevam no blog o que quiserem.
Se não escreverem com juizinho, eu posso tirar o que vocês lá puseram.
Estou ansioso por ver o que vocês têm para dizer aos outros «Gomes».
Depois, podem imprimir cada «post» e mostrar aos vossos pais.
Beijos
Primo Quim
Escrever no blog
Joana:
Aqui estou também a escrever o teu primeiro «post».
É assim que se chamam os textos ou fotos que nós podemos colocar aqui.
Depois, explico com todo o pormenor como tu podes escrever.
Agora, foi só uma experiência que eu fiz.
Repara também que diz mais abaixo que quem fez este «post» foste tu.
É que eu entrei com os vossos nomes de utilizador e palavras passe.
Beijos
Primo Quim
Aqui estou também a escrever o teu primeiro «post».
É assim que se chamam os textos ou fotos que nós podemos colocar aqui.
Depois, explico com todo o pormenor como tu podes escrever.
Agora, foi só uma experiência que eu fiz.
Repara também que diz mais abaixo que quem fez este «post» foste tu.
É que eu entrei com os vossos nomes de utilizador e palavras passe.
Beijos
Primo Quim
Já escrevo no blog
Liliana:
Estou a escrever aqui o teu primeiro «post».
É assim que se chamam estes textos ou fotos que nós podemos pôr aqui.
Depois, eu vou explicar-te bem como deves fazer.
Mas, olha que é simples e não demora tempo nenhum.
Repara que diz mais abaixo que o «post» foi colocado aqui por ti.
Beijos
Primo Quim
Estou a escrever aqui o teu primeiro «post».
É assim que se chamam estes textos ou fotos que nós podemos pôr aqui.
Depois, eu vou explicar-te bem como deves fazer.
Mas, olha que é simples e não demora tempo nenhum.
Repara que diz mais abaixo que o «post» foi colocado aqui por ti.
Beijos
Primo Quim
8 de janeiro de 2005
Surpresa!
Liliana:
Conheces as meninas pequeninas que estão aqui em baixo?
Espero que aí todos gostem da surpresa.
Mostra aos teus pais e às tuas irmãs.
Se vocês ou os vossos pais não quiserem esta fotografia aqui, estejam descansadas que eu posso tirá-la.
Isto é para ver se vocês se entusiasmam e se inscrevem no blog, para poderem também escrever alguma coisa e colocar aqui fotografias ou desenhos vossos.
Beijos para todos
Quim
Conheces as meninas pequeninas que estão aqui em baixo?
Espero que aí todos gostem da surpresa.
Mostra aos teus pais e às tuas irmãs.
Se vocês ou os vossos pais não quiserem esta fotografia aqui, estejam descansadas que eu posso tirá-la.
Isto é para ver se vocês se entusiasmam e se inscrevem no blog, para poderem também escrever alguma coisa e colocar aqui fotografias ou desenhos vossos.
Beijos para todos
Quim
5 de janeiro de 2005
Primeira fotografia
Esta é a primeira fotografia que eu consigo pôr neste blog.
Por isso, quis prestar uma pequena homenagem ao meu querido pai, neste mês de Janeiro de 2005 em que se completam 39 anos sobre a sua morte.
As pessoas não estão verdadeiramente mortas enquanto houver alguém neste mundo que as recorde, que as tenha na sua memória.
Camões falava da «lei da morte» referindo-se ao esquecimento.
Portanto, se não houver esquecimento, não há uma morte verdadeira ou definitiva.
Esta fotografia do meu pai já estava no «site» www.quim.pt.to
A partir de agora, passa a estar também neste blog.
3 de janeiro de 2005
As Janeiras (2)
1.
Ainda agora aqui cheguei
Já pus o pé na escada
Logo o meu coração disse
Que aqui mora gente honrada.
2.
Nós não vimos pelas Janeiras
Nós Janeiras cá trazemos
Vimos pelas obrigações
Que a esta casa devemos.
3.
Viva lá senhor F…
Usa o seu chapéu direito
Quando vai pela rua fora
Todos lhe guardam respeito.
4.
Viva lá senhora F….
Raminho de palma branca
Ainda anda neste mundo
Já no céu é uma santa.
5.
De quem é aquele anel d’oiro
Com pedrinhas ao redol
É do menino F…
Que é bonito como o sol.
6.
Viva lá menina F…
Suas faces são romãs
Seus olhos são mais galantes
Do que a estrela da manhã.
7.
Levante-se minha senhora
Desse banco de cortiça
Venha-nos dar as janeiras
Ou morcela ou chouriça.
8.
Alegrai-vos companheiros
Que eu já sinto gente a andar
É a senhora desta casa
Que nos vem a convidar.
9.
Ó que estrela tão brilhante
Que vem dos lados do norte
À família desta casa
Deus lhe dê uma boa sorte.
UBI (internet)
Ainda agora aqui cheguei
Já pus o pé na escada
Logo o meu coração disse
Que aqui mora gente honrada.
2.
Nós não vimos pelas Janeiras
Nós Janeiras cá trazemos
Vimos pelas obrigações
Que a esta casa devemos.
3.
Viva lá senhor F…
Usa o seu chapéu direito
Quando vai pela rua fora
Todos lhe guardam respeito.
4.
Viva lá senhora F….
Raminho de palma branca
Ainda anda neste mundo
Já no céu é uma santa.
5.
De quem é aquele anel d’oiro
Com pedrinhas ao redol
É do menino F…
Que é bonito como o sol.
6.
Viva lá menina F…
Suas faces são romãs
Seus olhos são mais galantes
Do que a estrela da manhã.
7.
Levante-se minha senhora
Desse banco de cortiça
Venha-nos dar as janeiras
Ou morcela ou chouriça.
8.
Alegrai-vos companheiros
Que eu já sinto gente a andar
É a senhora desta casa
Que nos vem a convidar.
9.
Ó que estrela tão brilhante
Que vem dos lados do norte
À família desta casa
Deus lhe dê uma boa sorte.
UBI (internet)
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